Thursday, June 24, 2004

A Cona de neve e os 7 Caralhões

Era uma vez uma cona muito bonita e rapadinha,chamada Cona de Neve, que vivia num reino chamado o Reino do Bacanal.Neste reino havia uma crica muito invejosa da beleza da cona de neve,xamada a Rata Má.Por isso,ela tinha um espelho,o Aldrabao do Cacete.Ela todos os dias perguntava ao espelho "espelho meu espelho meu,haverá crica mais bonita que eu?" e o espelho respondia "sim,minha rata,há uma cona mais bonita que tu,chamada Cona de Neve.A Rata Má,invejosa,mandou um Caçador do Caralho matá-la.Mas o caçador do caralho,vendo a beleza daquela cona,mandou-a fugir e esconder-se na Floresta Pintelhuda.Ela assim fez,e fugiu,fugiu,fugiu...Até que encontrou uma casinha,era a casinha dos 7 Caralhões.Ela entrou,muito tímida e apertadinha,e viu que a casa tava toda desarrumada: loiça por lavar,tudo cheio de pó,esporra nas paredes...Ela limpou tudinho e foi para o quarto,que tinha 7 camas em forma de cona,ela deitou-se na maior de todas,a do Erecto.Os 7 caralhões eram o Erecto,o Murcho,o Pintelhudo,o Descaído,o Torto,o Inchado e o Fodilhão.
Entretanto,os 7 caralhões entraram em casa e viram que estava tudo arrumado.Foram para os quartos e viram uma cona deitada na cama. Aproveitando a ocasião,fornicaram-na todos e a seguir acordaram-na.Deram-se bastante bem e a partir daquele dia ela passou a arrumar-lhes a casa em troca de alojamento,comida e fodas.
Mas a Rata Má veio a saber da história,mandou capar o Caçador do Caralho e transformou-se em crica velha e beiçuda,para ir dar um tomate envenenado á pobre Cona de Neve,para a matar. Quando chegou a casa dos 7 caralhões,eles tavam no trabalho e ela consegui enganar bem a Cona de Neve,dandolhe o tomate de neve e pondo-a num sono infinito.Entretanto,xegaram os 7 caralhões,e vendo a bruxa e o que ela fez á Cona,agarraram-na e mandaram-na pela Ravina dos Colhões. A seguir,foderam a cona de Neve,puseram-na num caixao e passaram os dias a esporrarem-s pra cima dele.Até que chegou um principe Caralhudo,que vendo aquilo,deulhe uma foda de amor,ela acordou e foram a "cavalgar" ate ao reino dele. E Cona De Neve passou o resto dos seus dias feliz a foder com o seu principe.

FIM


[DJay]

Wednesday, June 23, 2004

A Água

Meus senhores eu sou a água > que lava a cara,
que lava os olhos > que lava a rata e os entrefolhos > que lava a
nabiça e os agriões > que lava a piça e os colhões > que lava as
damas e o que está vago > pois lava as mamas e por onde cago. > >
Meus senhores aqui está a água > que rega a salsa e o rabanete >
que lava a língua a quem faz minete > que lava o chibo mesmo da
raspa
que tira o cheiro a bacalhau lasca > que bebe o homem que bebe
o cão que lava a cona e o berbigão.
Meus senhores aqui está
a água
que lava os olhos e os grelinhos > que lava a cona e os
paninhos
que lava o sangue das grandes lutas > que lava sérias e
lava putas
apaga o lume e o borralho e que lava as guelras ao
caralho
Meus senhores aqui está a água > que rega rosas e
manjericos que lava o bidé, que lava penicos >
tira mau cheiro
das algibeiras, dá de beber ás fressueiras lava a tromba a
qualquer fantoche e
lava a boca depois de um broche.

Dolly


dolly Posted by Hello

Não me canso de ver a foto desta simpatika ovelhinha e de tentar compara-la com a professora de historia. O facto e ke encontro todas as semelhanças menos a do dente amarelo pk a p*** da ovelha n deve ter dentes.
Se alguem souber onde ela tirou o "modelito" do dentinho avisem =P

Tuesday, June 22, 2004

Diário do Ramalho,que tinha um grande caralho

Este diário foi encontrado no quarto do Ramalho,pouco depois dele ter ido para os Estados Unidos.Retrada a vida de um jovem de 18 anos e a sua actividade sexual

Dia 1:Olá,querido diário.Eu nao costumo recorrer muito a isto,mas prefiro assim fazer para te contar toda a minha vida sexual nestes ultimos dias de secundária.Aproveito tambem para te contar que tenho uma pila de 24 cm.

Dia 2:Encontrei hoje a rapariga dos meus sonhos:Loira,alta,olhos azuis,linda,grande par de marmelos e um cú que salta ás vistas.Chama-se Cátia e é com ela que eu quero casar.é timida um pouco,pois falame sem me olhar nos olhos,e tem uma mania estranha de andar de sapatos,mas é perfeita!

Dia 3:HOJE,DIARIO!! FOI HOJE QUE TIVE CORAGEM DE A CONVIDAR PARA O BAILE DE FINALISTAS,E ELA ACEITOU!! ESTOU TÃO FELIZ!Agora vou dormir,mas antes vou acarinhar o meu zacarias a pensar naquele belo par de marmelos.

Dia 4:Acabou ontem o baile de finalistas,diário,e acho que me vou embora deste país.Para começar,tive a primeira vez com a cátia,mas quem me dera nao ter tido.Para começar,precebi finalmente porque é que ela nunca falava comigo cara a cara;aquela gaja tem o pior hálito do mundo! Nao tou a brincar,aquilo cheira pior que as cuecas da minha mãe depois de ter o período.Como se não bastasse,tem os pés mais feios do mundo,e não deve saber o que é um corta unhas:tem as unhas amarelas,podres, e os pés cheios de pelos nojentos,tão grandes que até se encaracolam.E não é tudo.tentando nao ligar a estes defeitos tireilhe o soutien e quando ia afocinhar as ventas naquelas almofadas, aquilo descaiu-se para o lado de tal maneira que dava pra dar um nó.Que desilusão.Desci com a boca,já meio enojado,para a sua bela crica,e nao é que tirei as suas cuecas com a boca e salta-me de lá uma trufa pintelheiruda,tao grande que um gajo tem de escavar para encontrar a crica. Enterrei o pinto no meio do arvoredo, e quando la conseguiu entrar, a gaja solta-me um peido bem sonoro e cheiroso vindo dos intestinos,tao grande que me empurrou o saco contra o meu proprio cu.Ela,pra se desculpar,tentou mamarme o zé,mas foi em vão: a gaja engasgou-se,mordeume a cabeça da pila e fiquei com aquilo a sangrar,parecia uma mangueira rota. Já farto daquilo,levantei-me,puxei as minhas cuequitas para cima,e quando já estava pronto para ir embora,ouço um grito por trás de mim "AI DESCULPA, NÃO VOLTA A ACONTECER,PROMETO!!"Farto dela estou eu.Mandei-a enfiar o dedo no cu!e não é que a burra veio atrás de mim e enfiou mesmo o dedo no cu,o problema é que foi no meu. Agora tenho uma pequena abertura,sinto uma ligeira corrente de ar e estou psicologicamente danificado.Que vaca.

Dia 5:Tenho a pila a sangrar,doime o olho do cu e tenho os tomates todos castanhos(nao,ainda nao consegui limpar!)Ja comprei os bilhetes do aviao,amanha tou a caminho dos EUA.Agora vou fazer as malas,enquanto tenho a pila atada com uma toalha de mesa pra para a hemorragia.Adeus Diário

Aqui termina o diário de Ramalho(mas tambem tem moral!! "As iludências aparudem"),em breve o Diário do Azarete,o recluso que apanhava sabonete

Opiniões


ke esta merd@? Posted by Hello

Epah kek vcs axam ke isto é? Xporra? ou outra cena? e ke tou ms confusa!!!
Se akilo e xporra... duvido ke alguem consiga engolir akilo tudo. Nem mesmo a ........., perita nisso conseguia...
Tadinho nunca ng lhe vai satisfazer a vontade...
SE é esporra devia ter os culhões bastante inchados...
E vcs kek vcs axam ke é?
è impressao minha ou o cabrao tem os olhos pintados? FDX

Prof de tuga


Posted by Hello

Desde jah passoa xplikar a foto...
Eu fui a piscina e senti ke alguem tinha dado um peido ao pe de mim. Por sorte (ou por azar nao sei bem...) vi ke era a prof de ptugues... como tinha a makina subakuatika ali ao pe tirei uma foto a pekena baleia dentro de agua.
A makina tem muito boa kualidade... A foto apenas se enkontra desfokada porke o peido foi toxiko! Aconselho-vos a nao irem ao slide por uns tempos
by Suga

Caralhossauro


Caralhossauro Posted by Hello

Meninas!!!!! tenham cuidado. esta e uma nova especie de osga e lagartixa, um misto dos 2. Vive em kuaiskeres klimas!!! temam-o!
Ele ataca pondo-se dentro das kuekas (tem perferencia pelas de fisga) mete-se dentro das conas e expele um veneno branco totalmente letal.
É uma sensação de intenso prazer mas nao se deixem levar...
Isto e um concelho da vossa kerida e idolatrada... (XD)
Suga...

A lenda da rata encantada (lendas moralistas)

Era uma vez uma rata que estava na floresta,e chovia muito muito muito.A rata estava debruçada sobre um ramo,pronta para comer um grilo,quando ouve uma voz que lhe diz "Rata,nao comas ja o grilo,espera que o sapo o coma para depois comeres o sapo". Ela esperou ate o sapo vir,e quando ia atacar o sapo,ouviu outra vez a voz "Rata,nao comas ja o sapo,espera ate que venha a cobra e depois comes a cobra.O processo voltou a repetir-se e mais uma vez,ela ouviu a vozinha:"Rata,nao comas ja a cobra,espera que venha a águia e comes a águia".E ela assim fez.Quando chegou a águia,ela debroçou-se,saltou para atacar a águia,mas como ela ja estava muito molhada da chuva,escorregou e bateu com os cornos no chao.

Moral da Historia: Quanto mais tempo dura os preliminares,mais molhada fica a rata

[DJay]


A minha foto (esquerda) e um dos meus amigos.Tamos disfar�ados pra nao nos reconhecerem
Posted by Hello


Pilas mundiais
Posted by Hello

Euro 2004: um evento desportivo?

Ora bem,neste post venho analisar afinal o que o Euro 2004 significa para as pessoas.Para isso,entrevistei 3 pessoas diferentes e aqui estão as suas opiniões(escritas aqui todas as palavras utilizadas pelos entrevistados):

António Bróculeiro:(*arroto*)Èpa,eu até acho bem,porque assim Portugal fica com o négocio melhor,e tal, e assim temos bons eventos desportivos e uma hipotese de confraternizar com mais pessoal das outras equipas e tal,porque eu até gosto bastante dos turistas,sao simpáicos,e eles ate gostam de nós e tudo e...OH FILHA DA PUTA,SAI DAÍ DA MINHA LOJA CABRÃO,ANTES QUE TE PARTA OS CORNOS TODOS!TÁS FODIDO MEU GANDA PANELEIRO!!!(dito isto,levantou-se e andou á cacetada com um turista idoso inglês que estava a entrar na sua mercearia,que por sinal era suposto estar fechada).

GNR(Agente Berroso):Epá eu até acho bem,até porque o meu bastão andavam pra ser limpos,so o utilizava ali na zona J,na Buraca e na Damaia e aquilo é tudo muito porco e sujo sempre o bastão cada vez que espancava os cabrões dos pretos. Mas isto agora vai mudar,porque vêem os ingles e os gajos sao branquinhos e pronto,por causa do euro na teem tempo pra ir á praia,coitadinhos,e assim quando lhe arrear um camaçal de porrada mesmo que eles não façam nada e assim ficam logo com uma corzinha(ultima parte ainda por analisar).

José Castel-Branco: Ai eu acho finíssimo,tá a ver,porque eu até sou um lord e venho dos States(???) e tou desejoso que a Espanha venha jogar,porque de certeza que marcam e o Morientes vai tirar a blusa (lambeu os labios depois desta expressao).Tenho a certeza que portugal.Força Portugal.Estou contigo.Força Luís Fígado..
DJay: é Luís Figo...
José Castel-Branco: pois...Força Nuno Gomas
DJay: Nuno GOMES!!!
José Castel-Branco; Ai seu grosseiro,nao me corrija,tá,eu sou muito superior a você! eu sou chique,eu venho dos States...
(palavras para quê? apenas tenho a afirmar que depois da entrevista ele disse que o podia enrabar se lhe desse o meu rolex...)

Bom,acabado as 3 entrevistas interessantes(na sua mórbida maneira de ser),deduso que os portugueses estão contentes com o Euro 2004,e ainda mais com os nossos "hóspedes" (leia-se a entrevista do António Bróculeiro).

Com hemorróidas
[DJay]

Definição da Catota e algo mais

A pedido de muitas famílias desfavorecidas e também dos seus animais de estimação,aqui vou postar a definição de catota (diga-se que andei a fazer muita pesquisa para vos dar tamanha obra de arte):

CATOTA : nome ou adjectivo(ex."ès uma catota/tens cara de catota");macaco (do nariz) ; cagaita ; "visitante" ; hóspede ; Santana Lopes ; Cinha jardim ; verdoso ; José Castel-Branco ; Professora de Português

Se se lembrarem de mais algum,por favor contactem-me.


Ora bem, a fazer esta definiçao,lembrei-me duma expressão popular e realmente acho que todos os nossos leitores gastarão o seu tempo a pensar: "De pequenino é que se torce o pepino".
Epá,por mais que me pense,não me lembro de em puto andar a torcer o "pepino".Pelo menos nao encontro nenhuma razão para tal comportamento. Será por antigamente os putos terem a mania de andar nús e aquilo fosse uma espécie de ritual macabro que os populares tinham com os filhos? Será por isso que á tanto adultério em portugal,com as mulheres irem felizes pró casamento e na lua de mel olham pró material e lembram-se instantaneamente num saca-rolhas? Será que era efeito de alguma droga daquela época? Pelo menos se isto for verdade está explicado o comportamento da GNR nas estradas portuguesas..Seja como for, a mim ainda não me estragaram os 17 cm (sim,leram bem).Ora bem,já me estou a adiantar. Em breve farei outro post para analisarmos em conjunto (de preferencia em orgia) uma nova expressão popular:"Quanto mais depressa mais devagar".

Todo vosso
[DJay]

Wednesday, June 16, 2004

Não queria ficar mais um minuto perto dquela mulher que dormia com a perna esquerda sobre a sua. O cheiro que ela exalava estava lhe causando náusea e os hematomas por todo o corpo lhe diziam que ela sofreu muito. O odor do suor e da vagina que Samuel sentia lhe davam a terrível impressão de que ela havia gozado. Samuel não lembrava mais o nome dela, mas não era isso que importava. Ela já havia lhe dado o prazer de que ele precisava e agora tudo o que ele precisava fazer era livrar-se dela.

Foi fácil para Samuel enterrar seus dedos finos entre as cartilagens tireóidea e a cricóide daquela mulher que dormia exausta após obedecer aos bizarros jogos propostos por ele naquela noite. Os olhos quase cinza, um pouco esverdeados, projetavam-se das órbitas e viram pela última vez aquele homem alvadio, rostos sem marcas de tempo e olhos trevosos encobertos por longos fios castanhos esmagando seu pescoço com as mãos. Sua visão se turvou e seus olhos se apagaram.

Delicadamente, Samuel pegou nos braços, a unica coisa que restava do cadáver e levou-o para o jardim. Fez a cova mais profunda que conseguiu, atirou-o para lá e cobriu-o com terra, areia e terra novamente. Reimplantou as flores que habilitavam o canteiro anteriormente. Regou o jardim e entrou de volta na casa. Na bolsa de couro que estava jogada no chão, ele encontrou um documento de identidade com o nome verdadeiro. Ela havia dito que se chamava Evareste. Achou também a agenda.

Do outro lado da cidade, João olhava o relógio, apreensivo. Evareste saíra no dia anterior e ele tinha medo do que poderia ter feito ou dito depois de tudo o que havia bebido. A dor de cabeça não o deixava lembrar, mas sabia que havia revelado a Silvia muito mais do que qualquer um jamais soube ao seu respeito. Sua boca sangrava, ou era o vinho? No espelho do banheiro eles tinham a mesma cor e a partir daquele momento, tinham o mesmo gosto. Agora era João quem decidia por ele. Estava possuído por si mesmo. Bebeu o vinho que restava na garrafa e saiu. Seu carro em alta velocidade derrubou um entregador de flores que vinha de bicicleta em sentido contrário. Estacionou na calçada e, acotoveladondo uma pequena multidão que se espremia na porta da boate, entrou na He'll.

Samuel lavou as mãos sujas de terra e morte e começou a arrumar a cama para sua próxima presa. Não lhe chegavam à consciência os motivos ou as repercussões do seu estranho hábito. Fazia por instinto e prazer. Devolvia ao mundo o que recebia por sua condição de aberração. Guardou a bolsa da mulher no seu guarda-roupa para queimá-la mais tarde. Tomou um longo banho e saiu. Enquanto vagava sem ruma pela cidade, Samuel recordava como conhecera aquela mulher há mais ou manos vinte e quatro horas atrás...

Samuel já estava há algum tempo sentado no balcão da He'll. Entediado, resolveu comprar algumas gramas da cocaína vendida no banheiro. Cheirou um pouco ali mesmo e guardou o resto em seu Armani. Foi até o centro da pista e deixou que aquela música ensurdecedora empurrasse seu corpo. Enquanto dançava, foi surpreendido por uma mulher que o beijou com violência, tirando sangue do seu lábio inferior. Como num reflexo, ele puxou os cabelos avermelhados daquela mulher e mordeu seu pescoço com força suficiente para fazê-la gritar de dor. Saíram juntos da boate e foram para a casa de Samuel. No caminho, ela havia dito que seu nome era Evareste. Seus olhos estavam inchados como se tivessem chorado muito. Samuel parece que se deixou guiar pelo carro, como se este fosse dotado de vida própria e conhecesse os pensamentos do seu dono.

Várias doses depois, João e seu novo dono: Marta, uma nova personalidade -talvez a verdadeira-, dançavam pela primeira vez. Sentia alívio por não encontrar a mulher que o abandonara no dia anterior. Na verdade, era pouco provável que ela o reconhecesse agora. Como num transe, ele era agitado pela música que o atroava e ao mesmo tempo libertava.

João dançava de olhos fechados quando, de repente, sentiu uma mordida profunda e dolorida no pescoço. Um homem claro com olhos trevosos e longos cabelo castanhos afastou Marta e sugou-lhe os lábios, a língua, o pescoço. João se surpreendeu menos com a cena do que com a sua reação.

Enquanto isso, Samuel continuava a sorver a saliva, o suor e os sabores que extraía de sua futura refeição. Quero seu sangue, disse, e pôde ver os dentes do sorriso de João. A fúria do desejo dos dois continha a promessa do que viveriam em seguida. Seguiam para a casa de Samuel, onde o leito estava preparado para mais uma noite de mórbido prazer. Mais tarde, ambos descobririam que aquela noite seria única e, talvez, a última.

As horas seguintes foram preenchidas com o prazer doentio e brutal de dois corpos que se rompiam em força e rancor. Samuel e João odiavam a si mesmos e se viam refletidos um no outro. Fizeram ódio naquela noite. Instinto era a palavra que vinha à cabeça de Samuel para ocultar como seu incosciente o fazia reagir. Auto-destruição era a palavra que fugia da visão de João, talvez por este estar totalmente mergulhado nela. Duas nuvens carregadas... duas placas continentais... duas massas de ar... duas torrentes marítimas... de igual força e potência. Um contra o outro, trovões, relâmpagos, raios. sismo, erupção. ventania, vendaval, furacão, redemoinhos, ondas, inundação... destruição. Os dois caíram em sono de profunda lassidão.

Não se pode dizer quanto tempo depois, João despertou. Sentindo seus músculos dolentes, levantou-se e foi até a janela, de onde pôde avistar o maravilhoso jardim de Samuel. Ao olhar para aquelas flores, foi subitamente invadido pela lembrança de Evareste. Uma bruma gélida subia do jardim até a sacada do quarto e arrepiou seu corpo. Saiu da sacada e foi até a casa de banho, onde tomou um duche quente. Voltou ao quarto, onde Samuel continuava imerso em sono profundo. Abriu o guarda-roupa, à procura de uma toalha, quando se deparou com um objeto familiar. Intrigado, pegou a bolsa de couro que estava jogada em meio às roupas e confirmou sua suspeita de que aquela era a bolsa de Evareste. Revirou os documentos e a agenda. Na página correpondente ao dia em que estiveram juntos pela última vez,Evareste havia escrito a respeito do espancamento que sofreu no monte da cabeça por João.

Samuel acordou num sobressalto com os gritos de João, que, sentado sobre seu ventre, perguntava sobre a bolsa, com as mãos apoiadas em seu pescoço. Samuel livrou-se daquela situação de rendição com um golpe e pôde ver, no corpo de João e no seu, marcas de violência.

João mostrou ao Samuel os objetos de Evareste.
O que é isso está fazendo aqui? Onde está o Evareste?
Então você é o namorado tão delicado e amável do Evareste? Que ironia... Samuel agora sabia quem estava em sua cama.
Vais falar... João ameaçou com força.
Essa pergunta é remorso pelo que fizes-te, ou é preocupação de que ela ainda estaja por perto?
_Eu não sei o que fiz com ela Tudo que me lembro é que ela me disse que estava esperando um filho meu e... João desesperou.
_...e tu espancaste-a até ela conseguir fugir. É isso que está escrito naquela agenda. Não foi isso? Samuel matinha-se frio, inalterado.

João calou-se. Não se lembrava de ter batido no Evareste. Foi em direção à janela e ficou contemplando o jardim, atônito, assombrado com sua atitude. Da cama onde estava deitado, Samuel podia ver o corpo de Marcelo na sacada, iluminado apenas por uma fraca luz de uma lua cheia, porém absconsa entre nuvens pálidas.
_Eu não quero um filho. Ela estava tão feliz com a notícia... escolheu até um nome para a criança: Marta. Mas eu não quero uma filha... não quero o Evareste... não quero mais... eu já não sei de mais nada... João mantinha seu olhar, aturido, em direção à névoa do jardim.

Samuel levantou-se da cama e foi até a sacada. Pôs a mão no ombro de João. Reconhecia-se nele.
_Onde ela está? João perguntou sem tirar os olhos das flores.
_Você está olhando agora para ela... quer dizer, elas.

João ficou alguns instantes sem entender. Olhou fixamente para Samuel, que fitava o jardim lá embaixo. Finalmente compreendeu. Não sentiu nada pelo Evareste, sabia que tudo aquilo nao tinha passado de simples kekas que iam dando como les apetecia. De quem ele gostava realmente era de Marta que nesta altura ja devia sentir falta do sangue dele. Sentiu medo de Samuel, mas viu que agora era diferente. Abraçaram-se e voltaram para a cama. João estava aliviado por ter terminado tudo e adormeceu nos braços de Samuel.

Samuel via-se em João. Não se sentia mais apenas uma aberração. Deus errou mais de uma vez, pois criou alguém semelhante a Samuel. Ninguém é infalível, nem Deus, pensou. Mas duas forças tão similares e tão equivalentes acabariam se destruindo uma à outra. Mas Samuel sentia algo diferente em relação a João. Aquele homem deitado ali ao seu lado não lhe parecia mais uma das suas vítimas, raciocinou. Mas este pensamento não o impediu de enterrar seus dedos finos no pescoço de Marcelo, que viu pela última vez os olhos trevosos de seu amante antes de deitar para sempre ao lado do Evareste, no jardim de Samuel.

Mas nada acaba aqui, Samuel foi atras de Marta mas desta vez nem a levou para a cama. Esventrou-a e bebeu todo o seu sangue... enterrou-a depois ao Lado de João.

Uma noite quando Samuel saiu de casa para ir a discoteca habitual encontrou um mal maior que ele: SUGA esta "sugou-o" até a morte (hihihi) e depois d o cortar em pedaços enterrou-o ao lado de todas as suas vitimas.

Agora que acabaste de ler, cuidado, a Suga ainda anda aí

AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

Tuesday, June 15, 2004

Acerca de pessoas gordas

Tava aki sentadinha a meditar nos fdp's dos meus problems e puz-me a pensar se um aborto komo a prof de ptuguês (ke por mero akaso enkontrei hoje no supermercado a komprar bolos) me caisse em cima. Será ke ia po ceu?
E possivel ke a minha alma se elevasse com um aborto dakeles em cima d mim?
Isto e akilo tipo... "perguntas sem resposta"!
O desgraçado ke lhe fez os filhos e contorcionista. Vê-se... komek ele lhe fez os filhos??? akilo e 100% banha!!!... Este sim e um kaso pos fixeiros secretos! É um caso para ser estudado a fundo.
Ps: foi pa encher uma beka o blog pa ver se me saio bem c estas merdas
beijos da vossa adurada: Suga..

Monday, June 14, 2004

Finalidade do blog catota

Bem visto ke isto e pa dar conversa vou por aki os assuntos ke mais me assustam, os temas mais badalados, as curiosidades mais parvas ke existirem... espero ke enjoyem =)